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Notas sobre a menopausa e seu tratamento

Menopausa natural é a cessação da menstruação resultante da perda da atividade dos folículos ovarianos e é diagnosticada após 12 meses de ausência de um período menstrual (amenorreia).

Menopausa prematura ou precoce ocorre antes dos 40 anos de idade (OMS). Pode ser fisiológica ou induzida e envolve um maior risco de osteoporose, doenças neurodegenerativas e problemas cardiovasculares. As orientações da Sociedade Internacional de Menopausa recomendam a TRH como o melhor tratamento preventivo (seja somente com estrógeno, para mulheres submetidas à histerectomia, ou a combinação de estrógeno e progesterona ou progestinas para proteger o endométrio em pacientes com útero).

Menopausa induzida pode ser determinada pela remoção cirúrgica de ambos os ovários (com ou sem histerectomia) ou por supressão da função ovariana como um efeito colateral de tratamentos contra o câncer, tais como quimioterapia, radiação, tomoxifeno (OMS).

Pré-menopausa é o período anterior à menopausa até o primeiro ano após o último período menstrual (OMS).

Pós-menopausa é o período que segue o último período menstrual, independentemente do tipo de menopausa (OMS)..

A esta lista estabelecida e aprovada pela OMS em 1990, a Sociedade Internacional de Menopausa (IMS) adicionou, em 1999, a definição de climatério, como uma transição a partir da fase reprodutiva até o estado não reprodutivo.

TRH (Terapia de Reposição Hormonal)  TRH (Terapia de Reposição Hormonal) é a prescrição de estrógenos somente (para mulheres histerectomizadas) ou a combinação de estrógeno e progesterona para pacientes pós-menopausa para lutar contra os sintomas relacionados à atrofia urogenital e, mais importante, os efeitos negativos da deficiência repentina de  estrógeno nos sistemas cardiovascular, esquelético e nervoso autônomo. Especificamente, a terapia somente com estrógeno é denominada Terapia de Reposição de Estrógeno (TRE). 10 - 25% das mulheres usando a terapia hormonal sistêmica continuam a sofrer com os sintomas relacionados à atrofia urogenital. Isto, em adição a medos relacionados à segurança da administração de hormônios, é a razão da terapia sistêmica ser raramente prescrita a mulheres que sofram somente de sintomas vaginais. Medos relacionados à segurança de administração de hormônios estão relacionados aos riscos de câncer. A incidência de câncer de mama durante a vida de uma mulher ocidental pode atingir 10%, e os fatores de risco conhecidos incluem o risco extensivo de terapias hormonais com estrógeno ou progestinas (TRH) durante a menopausa; similarmente, a terapia somente com estrógeno (TRE) administrada a mulheres na menopausa não histerectomizadas  é um fator de risco para câncer endometrial. Por outro lado, estudos epidemiológicos apresentaram uma redução substancial no risco de câncer colorretal em mulheres tratadas com THR.

Terapia vaginal ou terapia transdérmica com estrógeno - Especialmente indicado devido a seus efeitos benéficos na atrofia vaginal e ausência de contraindicações sistêmicas relacionadas à administração de estrógeno. A terapia tópica é preferida em relação à terapia sistêmica (no evento desta última não ser requerida por outras razões médicas). Estrógenos são absorvidos pelas paredes vaginais e entram na circulação, exceto no caso de preparações desenvolvidas para prevenir sua absorção. Efeitos adversos potenciais incluem dor nas mamas e perianal e hemorragia uterina (que deve ser imediatamente relatada a seu médico). O tratamento é contraindicado em alguns casos, tais como na presença de hemorragia vaginal/uterina de natureza desconhecida ou em mulheres com câncer endometrial. O tratamento de câncer ginecológico ou de mama pode levar, na verdade, a disfunções sexuais, tais como a atrofia vaginal; porém, a maioria destes é sensível a hormônios. Em outros casos (tais como carcinoma de célula escamosa cervical), a radioterapia localizada pode reduzir o número de receptores de estrógeno, tornando a terapia tópica pouco efetiva.  Não existe nenhuma orientação relacionada à duração de tratamentos com estrógeno vaginal, após os quais  tais sintomas reaparecem. Além disso, não existem dados confiáveis disponíveis sobre o uso desta terapia por mais que 1 ano.

Lubrificantes e hidratantes - Caso preparações com estrógeno não sejam indicadas ou efetivas, lubrificantes vaginais e preparações hidratantes aplicadas localmente e consistentemente, podem atenuar os sintomas relacionados ao ressecamento vaginal. É uma mistura de  agentes protetores e restauradores à base de água e  substâncias não hormonais, que possuem um efeito benéfico sobre o epitélio vaginal. Terapias não hormonais são especialmente indicadas em mulheres que não toleram terapias hormonais ou em indivíduos sob risco devido a cânceres prévios sensíveis a hormônios.

Fitoestrógenos - Estas são moléculas não esteroidais de origem vegetal (soja e trevo são as fontes mais comuns) que se ligam a receptores de estrógeno. Tomadas na forma de suplementos alimentares, sua absorção varia entre as pessoas e, mesmo na própria pessoa de acordo com o tipo de dieta, interação com antibióticos e o estado da flora intestinal. Interações hormonais com estas moléculas não são limitadas a estrógenos, mas também envolvem outros hormônios, tais como andrógenos e hormônios da tiroide. Produtos naturais não são necessariamente isentos de contraindicações; por outro lado, não existem dados clínicos suficientes que demonstrem sua eficácia e segurança durante a menopausa. Por exemplo, não se sabe se estes são seguros para pacientes com problemas de tiroide, já que possuem efeitos inibitórios na função da tiroide. A relação risco-benefício dos fitoestrógenos em relação ao câncer de mama é ainda muito debatida